comunicação mercadológica

comunicação mercadológica

Compreende toda e qualquer atividade de comunicação comercial para a divulgação de produtos e serviços independentemente do suporte ou do meio utilizado. Além de anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de radio e banners na internet, podem ser citados, como exemplos, as embalagens, promoções, merchandising, disposição de produtos nos pontos de vendas etc.

7 comentários em “comunicação mercadológica
  1. LUCIANA MIRANDA DE VASCONCELOS says:

    Achei muito interessante este projeto. Abomino todo tipo de merchandising voltada para as crianças, com o intuito de persuadir os pais a comprar produtos para os filhos. Nas escolas (principalmente públicas), varias vezes já vi pessoas (que dizem serem autorizadas), expor produtos (na maioria das vezes livros e brinquedos pedagógicos), convencendo as crianças a pedirem dinheiro as pais (que muitas vezes não possuem), pra comprar no dia seguinte. É preciso uma lei que proíba veemente isso, com penalização caso ocorra. As escolas públicas são as que mais ocorrem este tipo de publicidade, muitos dão a desculpa que para crescimento pedagógico, isso é uma mentira, pois nas escolas(públicas principalmente), nem todas as crianças tem condições de comprar, e me pergunto: Alguém ver o lado psicológico delas neste momento?
    Este é o meu desabafo.
    Att,
    Profª Luciana

  2. Ana Maria Pereira de Almeida says:

    Concprdo com o projeto Crianca Consumo com o objetivo de exigir do Poder Publico leis severa no combatam a publiciidade relativa a alimentacao das criancas que ainda nao possuem condicoes de analisar os beneficio ou maleficio do que elas colocam no corpo . Podemos ressaltar ainda que alem dos alimentos estragados e produzidos artificialmente muitas vezes se encontram fora de prazo ou validade. Nossas criancas tambem esdtao ficando obesas pela falta d de conscientizacao e do descaso que atualmente atinge tambem a familia. Falta responsabilidade. As Escolas tem poucas possibilidades de auxiliar nesta tarefa, porque tudo vem de interesses alheios a crianca, dizem que ela e muito importante , mas isto e dese pensar. Outra coisa as criancas tambem se interessam pelos cartazes publicitarios, quando estao se alfabetizando e este e um perigo capital . Pensemos um pouquinho mais na saude das nossas futuras geracoes. Sei que com toda a tecnologia temos, muitas informacoes negativas vazando, mas tendo cuidado as coisas melhoram.

  3. Ana Maria Pereira de Almeida says:

    Sou professora da Rede Municipal de Sao Paulo, mandei o meu comentario minutos atras. grata Ana Maria

  4. ADRIANO ROBERTO LOPES says:

    Não me conformo como uma rede de fast-food multinacional possa oferecer brinquedos para quem comprar seus “infelizes” lanches. Tenho uma filha de 7 anos. Nos preocupamos com alimentação saudável. Até ela se preocupa. Porém, o merchandising que eles fazem, estimulam a criança a provar seu lanche infeliz em troca de plásticos. Por que fábricas de refrigerantes não pode estimular o consumo com propagandas voltadas para o público infantil e eles podem?

    • Projeto Criança e Consumo says:

      Olá Adriano, obrigada pelo seu comentário!
      Nenhuma empresa pode fazer publicidade dirigida à criança, de qualquer tipo de produto ou serviço, por ser prática ilegal segundo a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Código de Defesa do Consumidor e Resolução n. 163 do Conanda. Essas campanhas publicitárias são ilegais por abusarem da deficiência de julgamento e experiência da criança, mas infelizmente muitas empresas seguem desrespeitando a lei. O Criança e Consumo denuncia essas práticas, várias delas relacionadas a venda de lanches com brinquedos, e todas são divulgadas em nosso site, na área de ações jurídicas. No caso das empresas de refrigerantes o que foi divulgado pela mídia é a realização de um compromisso de autorregulamentação feito pelas associação empresarial que representa o setor. Trata-se de iniciativa importante, mas que não está acima da legislação vigente, que deve ser fiscalizada pelos órgãos do poder público competentes, como Procon, Ministério Público, Ministério da Justiça. Qualquer cidadão pode fazer denúncias de abusos contra crianças a esses órgãos. O trabalho do Criança e Consumo, há dez anos, é sensibilizar a todos os setores envolvidos nesse tema sobre a necessidade de se proteger os direitos da infância contra os abusos do mercado.

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